Falta cor na vida dela
veia transparente corre só
tinta fresca
sangue que amarela
Nua vestida vermelho
peixe de pesca
a tela pisca pra porta
janela do espelho
Falta vida na cor morta
transparece quadro branco
semi-porta rouca
lágrima sem grito é pranto
Pulso, veste a roupa
Sai da cama e vai à feira
pé de dama não é cavalete
delicadeza é ser por inteira.
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