Falho, maldita vilã
tento te acertar
vontade vã
Um simples assentir
e estarei contigo
sem mais resistir
a esse olhar amigo
Vem que eu te quero
não só por querer,
mas porque espero
a sua vontade fazer
Mas o orgulho bate
de novo na heróica tarde
em que não se avança
porque meu coração não te alcança
ENTRESCREVA, SAIATIRIZE, NAUFRAVIAJE, VIVOE, COMENTECAPTE, MINTALIZE, POETIZE, SARAUSE, RECADOE, ANUNCINTETIZE, VOMIMITEM, CUSPALHEM, ENFIM: QUALQUEIRAM!...
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Sim logismo
Dinheiro pode tudo
Tudo é dinheiro
Tudo pode ser
Pode então, ser tudo
pra poder dinheiro ter?
Vim do mesmo
Sou o que é você
Você é de dinheiro?
Deus é, amor
É tudo o que existe
Temos tudo
O que existe?
Crê no amor
que dá dinheiro
Rei do poder,
manda no mundo!
Tudo é dinheiro
Tudo pode ser
Pode então, ser tudo
pra poder dinheiro ter?
Vim do mesmo
Sou o que é você
Você é de dinheiro?
Deus é, amor
É tudo o que existe
Temos tudo
O que existe?
Crê no amor
que dá dinheiro
Rei do poder,
manda no mundo!
Os pais são "a paz do País"!
Pais são platônicos
amam e filosofam
eternos atônitos
daquilo que brotam
Do ser cuidam
dão a sua luz
em público batizam
desfazem todo juz
Padecem na paidéia
de idealizar um futuro
de servir-nos idéias
e nos manter imaturos
Mas somos público
não adianta anunciar
publicar-se único
republicamos, a replicar
amam e filosofam
eternos atônitos
daquilo que brotam
Do ser cuidam
dão a sua luz
em público batizam
desfazem todo juz
Padecem na paidéia
de idealizar um futuro
de servir-nos idéias
e nos manter imaturos
Mas somos público
não adianta anunciar
publicar-se único
republicamos, a replicar
Travessia
A quietude entre a noite e o dia
angustia o silêncio tão propenso
a dizer o que outros assuntos calam
Mudo, não mudo
decifrar essa vírgula me abala
entender qual poesia nos intermedia
e quando a tarde se revela
Velemos, pois
o infinito é profundo
e n'algum finito segundo
a arte cruza os dois
No instante tocado
O incidir será o existir
do eclipse esperado
angustia o silêncio tão propenso
a dizer o que outros assuntos calam
Mudo, não mudo
decifrar essa vírgula me abala
entender qual poesia nos intermedia
e quando a tarde se revela
Velemos, pois
o infinito é profundo
e n'algum finito segundo
a arte cruza os dois
No instante tocado
O incidir será o existir
do eclipse esperado
Profecia do vazio
Pára o mundo se vão
Vão achar, se morrer vão
mostrar, descobrir e cobrir. Vão!
Vão chamar para o mundo separar
Também vão mentir, fingir, refingir
Vão gritar, imaginar ou gargalhar num vão
Realizar-se-ão
Mas vão lembrar, vão esquecer
Enlouquecer, vão, desmaiar
Voltar vão voltar, vão, fazer
Vão viver, vão ressuscitar
Vão salvar, vão morrer.
parar?
Se no mundo morrer-se?Vão achar, se morrer vão
mostrar, descobrir e cobrir. Vão!
Vão chamar para o mundo separar
Vão se importar, vão se portar vão
decifrar o que não se falou,
acreditar no que não se sonhou,
saber o que não se sabia, vão
Discutir o que se sabia
vão saber que se vivia
Vão amar a vida morta
vão chorar, vão sentir
Vão gritar, imaginar ou gargalhar num vão
Realizar-se-ão
Mas vão lembrar, vão esquecer
Enlouquecer, vão, desmaiar
Voltar vão voltar, vão, fazer
Vão viver, vão ressuscitar
Vão salvar, vão morrer.
algemaria a trois
Aceitar a condenação
ao irresolúvel caos
do amor sem saída
é também negar
as grades da liberdade
Conseguir um estado
definitivo dentro da indecisão
é também escapar
de uma solução
Desconfiar de algo
que já não passa confiança
é também se render
à uma eterna fidelidade
Trair a própria certeza
transparecendo o perdão
é incondicionar o assumir
A indiferença permanece
pois esquece a segurança
do acreditar ou não
a sinceridade anulada
ordena a cumplicidade
a também não existir
As atitudes estão seladas
pelas desatitudes
Os feitos de grandeza
pelo desdém dos desfeitos.
O amor é o desamor
em sua plenitude
A liberdade tem existência
pois a prisão é absoluta
Não há saída, então não saio
A falta é que é a permuta
A vontade beijou a permanência
Viva o aqui, não mais agora:
Sempre
ao irresolúvel caos
do amor sem saída
é também negar
as grades da liberdade
Conseguir um estado
definitivo dentro da indecisão
é também escapar
de uma solução
Desconfiar de algo
que já não passa confiança
é também se render
à uma eterna fidelidade
Trair a própria certeza
transparecendo o perdão
é incondicionar o assumir
A indiferença permanece
pois esquece a segurança
do acreditar ou não
a sinceridade anulada
ordena a cumplicidade
a também não existir
As atitudes estão seladas
pelas desatitudes
Os feitos de grandeza
pelo desdém dos desfeitos.
O amor é o desamor
em sua plenitude
A liberdade tem existência
pois a prisão é absoluta
Não há saída, então não saio
A falta é que é a permuta
A vontade beijou a permanência
Viva o aqui, não mais agora:
Sempre
Estatus co-vadias
Ex-tonteou-me
destoou o tato
tocou na tontura
de me taxar
Diz-me doida
dó de doente
deixar de me doer
e do nada dizer
Expulsou o ex
exterminou de uma vez
e expôs-me lésbica
ao inexprimir-se homem
Mas morna maldosamente
Meus mórbidos mandatos
e mede as misérias mínimas
de me manter menos muda
Condiciona-nos à covardia
com um vigor de vadia
invadindo o coração
e vai com ela ao colchão
destoou o tato
tocou na tontura
de me taxar
Diz-me doida
dó de doente
deixar de me doer
e do nada dizer
Expulsou o ex
exterminou de uma vez
e expôs-me lésbica
ao inexprimir-se homem
Mas morna maldosamente
Meus mórbidos mandatos
e mede as misérias mínimas
de me manter menos muda
Condiciona-nos à covardia
com um vigor de vadia
invadindo o coração
e vai com ela ao colchão
Religião pós-doutorada
Os alucinógenos ingeridos hoje
são a porção de inconsciência
que fez a arte ficar epilética
o amor esquizofrênico
a sociedade alcoólatra
e a cabeça anorexa
O poeta carente e estabanado
debate-se para chamar atenção
volta a ser criança, desesperado
não aceita mais a solidão
sai convulsivo atrás de um refrão
O amor apagou
não pagou mais suas contas
serimônia ficou pervertida
tanto cultivo a estragou
atitudes isoladoras e distorcidas
A vida social
é estonteante e moral
porque legal é quem sabe beber
a embriaguez das paisagens
vicia a passividade e faz viver
Escancarado tanto
que não tem mais porquê
engolir idéias ou esconder
qualquer tipo de pranto
a vergonha quer emagrecer
Se não bastasse Deus não morreu
mas ressucitou na velhice
teve mal de ausymer
rejuvenesceu no reino universal,
e quis renascer pra suportar seu berro
são a porção de inconsciência
que fez a arte ficar epilética
o amor esquizofrênico
a sociedade alcoólatra
e a cabeça anorexa
O poeta carente e estabanado
debate-se para chamar atenção
volta a ser criança, desesperado
não aceita mais a solidão
sai convulsivo atrás de um refrão
O amor apagou
não pagou mais suas contas
serimônia ficou pervertida
tanto cultivo a estragou
atitudes isoladoras e distorcidas
A vida social
é estonteante e moral
porque legal é quem sabe beber
a embriaguez das paisagens
vicia a passividade e faz viver
Escancarado tanto
que não tem mais porquê
engolir idéias ou esconder
qualquer tipo de pranto
a vergonha quer emagrecer
Se não bastasse Deus não morreu
mas ressucitou na velhice
teve mal de ausymer
rejuvenesceu no reino universal,
e quis renascer pra suportar seu berro
Ponto, dê vista!
Varejão de opiniões atacadistas:
mire e Veja por todos os lados
Oferta de procuras
encontram no recibo
o melhor ponto de vista
E a raridade barata
contradisse o contra:
todo mundo é tão raro
que a discriminação
já desce pelo ralo
Agora só falta
a des-crime-nação
acordar de cima do cavalo
que a subida pelo caro
faz cair no mesmo mantra
mire e Veja por todos os lados
Oferta de procuras
encontram no recibo
o melhor ponto de vista
E a raridade barata
contradisse o contra:
todo mundo é tão raro
que a discriminação
já desce pelo ralo
Agora só falta
a des-crime-nação
acordar de cima do cavalo
que a subida pelo caro
faz cair no mesmo mantra
Poente
Hoje escrevi
que nem um touro
em nome do mato
odiei um ódio
Desci nas caatingas
brindei com as flores
insultei a poesia
falando de dores
Depois desconheci
e reconciliei, assim
nessa delícia.com
conhecer, concíliar comunico
Beijo, também
o que vier desse bem
a besta ou o bosta
quem não gosta?
Agora, simples, falo
pode historicizar
que não é poesia
é abalo, o significar
que nem um touro
em nome do mato
odiei um ódio
Desci nas caatingas
brindei com as flores
insultei a poesia
falando de dores
Depois desconheci
e reconciliei, assim
nessa delícia.com
conhecer, concíliar comunico
Beijo, também
o que vier desse bem
a besta ou o bosta
quem não gosta?
Agora, simples, falo
pode historicizar
que não é poesia
é abalo, o significar
Assinar:
Postagens (Atom)
